1.ª Companhia O que faltava saber sobre Rui Freitas da 1.ª Companhia: como ele escapou sem sequelas a um terrível acidente de mota que quase o deixou em coma
Rui Freitas, de 31 anos de idade, tem conquistado os portugueses desde a estreia da ‘1.ª Companhia’. O artista é um dos protagonistas do programa e a entrada na base militar surge numa altura em que ainda se encontra a recuperar de um grave susto de saúde que enfrentou.
Há dois anos, Rui Freitas sofreu um grave acidente de mota e os médicos chegaram a equacionar um cenário assustador. “Faz dois anos este mês de janeiro. Foi preocupante... Aliás, tiveram de ativar o serviço de helicóptero do INEM. Ele estava a treinar numa pista em Lamego e teve ser transportado para o hospital de Viseu”, recorda Vítor, irmão de Rui, em exclusivo à TV Guia.
Em seguida, prossegue: “Os médicos do INEM entraram logo em contacto comigo e eu pedi para falar com ele. E o Rui ainda falou comigo. A minha preocupação na altura era perceber se ele falava, se estava consciente. E estava. Mas foi um bocado complicado porque os médicos do INEM estavam prever lesões na coluna e em várias outras partes do corpo”.
O pânico foi grande para o próprio Rui, que já confessou aos colegas de programa que, após o acidente, não conseguia mexer-se, e para os familiares e amigos do artista. “Temi o pior, claro. Avancei logo em direção a Viseu”, prossegue o irmão.
"Os médicos chegaram a pensar que ele tinha sofrido um traumatismo craniano e estavam prestes a induzi-lo em coma"
Felizmente, a realidade não correspondeu às previsões feitas pelos profissionais de saúde. “Teve fraturas nas costelas. O mais grave até, na altura, foi um pulmão afetado. Esteve pelo menos uns 12 ou 13 sob vigilância no hospital. Depois foi para casa e continuou de repouso, mais um mês, por causa da coluna. Ele sofreu ali uma danificação na coluna, mas nada de muito grave, graças a Deus.”
Apesar das previsões iniciais mais negativas e aterrorizantes, Rui Freitas não ficou com sequelas deste acidente. “Recuperou totalmente”, garante Vítor. Mas aqueles primeiros momentos no hospital deixaram o acordeonista muito aflito. “Ele estava a temer o pior. Porque os médicos chegaram a pensar que ele tinha sofrido um traumatismo craniano e estavam prestes a induzi-lo em coma e isso... Claro que ficou assustado, mas não passou só do susto.”
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