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Tânia Laranjo
1/5 - Foto : CMTV Tânia Laranjo
Tânia Laranjo
2/5 - Foto : Tony Dias/CMTV Tânia Laranjo
Tânia Laranjo
3/5 - Foto : Ricardo Jr. Tânia Laranjo
Tânia Laranjo
4/5 - Foto : CMTV Tânia Laranjo
Tânia Laranjo relata momento de abrigo em Gramaça
5/5 Tânia Laranjo relata momento de abrigo em Gramaça

Estrelas "As pessoas abrem-me a porta de casa": Tânia Laranjo fala sobre os 18 dias duros no terreno, mas de muito carinho

18 de Fevereiro de 2026 às 15:27
De volta a casa depois de mais de duas semanas a informar os portugueses sobre a situação desoladora que o país atravessava, a jornalista da CMTV fala à TV Guia sobre o que encontrou, como se comoveu com o drama de quem perdeu tudo, mas também sobre o carinho que recebeu no meio da devastação.
seguir:
Rute Lourenço
Tânia Laranjo
Exclusivo
Reportagem
cmtv
Tempestade

Durante 18 dias, Tânia Laranjo era, muitas vezes, o primeiro rosto a entrar na casa dos portugueses e o último que viam à noite, quando ligavam a CMTV para acompanharem a situação devastadora que o país atravessava com a sucessão de depressões e tempestades. Naquele primeiro dia, a jornalista saiu de casa com a roupa do corpo, alheia a que não regressaria nem nessa noite, nem sequer na semana seguinte. Tornou-se, então, no rosto mais visível do mau tempo, mas manteve sempre o compromisso de informar com a proximidade e respeito que a situação merecia, numa experiência tantas vezes avassaladora, que ficará marcada como uma das mais duras da sua carreira.  

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“Foram poucas horas de sono, muito frio, muita chuva, muitas viagens de carro, muitas situações difíceis. A primeira noite foi muito complicada, apanhei os ventos na Praia de Mira, estávamos mesmo junto ao mar, conseguimo-nos abrigar numa garagem particular, que estava aberta”, recorda em exclusivo à TV Guia.

No meio do caos, foi impossível para a jornalista da CMTV não se comover com o que viu, com as histórias de quem perdeu tudo e dificilmente conseguirá reerguer-se e sentiu também aquilo que se tornou numa constante ao longo dos últimos tempos: os portugueses há muito que a ‘adotaram’, como se fosse um parente próximo. “Sinto muito esse carinho. As pessoas tratam-me por tu, abrem-me a porta de casa. E essa ligação é extraordinária.”

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